Postagens populares

domingo, 4 de setembro de 2011

Zenaldo; " Vamos em frente para manter o Pará unido, grande e forte."

Foi lançada a Frente pela manutenção do Pará, contra a divisão e criação do Carajás e do Tapajós.  na Associação Comercial, do Pará o  grupo político tem Zenaldo Coutinho e Celso Sabino cada um comandando um grupo, primeiro o Carajás e depois o Tapajós. 
Carlos Bordalo ,Ana Cunha, Edilson Moura, Pastor Divino, Haroldo Costa, Jordy, Alessandro Novelino, Edmilson, Ganzer, André Dias, Bordalo e Puty entre outros fazem parte das frentes. 
O blog falou agorinha com Zenaldo. 
O deputado contou que se afastou da Secretaria por conta do fato de estar há frente de uma das campanhas contra a divisão, e que o Supremo decidiu que deputado licenciado ocupando cargo público não poderia estar coordenando qualquer frente de envolva o plebiscito. Por conta disso disse Zenaldo; " - Voltei ao cargo de deputado federal, eu sempre disse que a defesa do estado do Pará é uma prioridade para mim, até porque qualquer política pública que se faça com o estado dividido é pequena, medíocre e sem grande futuro. Fico afastado até 13, 14 ou 15 de dezembro, daí retorno a Secretaria. Helenilson fica interino até lá." 
Sobre os recursos para uma campanha como essa o deputado falou que; " - Um amigo meu me disse que só no Carajás, em 3 dias conseguiram levantar um milhão e meio.Fora os "patrocinadores", as grandes empresas que tem lá seus interesses. Aqui não temos esse recurso, mas temos a maioria do povo do Pará que não quer a divisão. Também não temos o estrelado Duda Mendonça, mas temos os publicitários prata da casa, dos quais nos orgulhamos muito. Vamos em frente para manter o Pará unido, grande e forte."


( do Blog do Zé carlos)


( do Blog do Zé carlos) 
Jatene é um poderoso e esperto Governador e o PV apenas um pequeno partido ainda em formação que nem lhe ameaça. Para se ter idéia, estamos fazendo coleta para arrecadar dinheiro e pagar nossa propaganda de televisão e rádio. O PV luta mesmo por 

sua independência após passar oito anos sendo usado pelos Tucanos como sublegenda e se afastando cada vez mais de suas teses ambientalistas. Estamos no caminho certo para ajudar o Pará a ser um estado ambientalmente sustentável. 

Quanto a mim não tenho qualquer questão pessoal com Jatene, não foi ele quem me colocou na política, os mandatos que exerci foram todos conquistados longe dos tucanos e com apoio dos trabalhadores paraenses, ao contrário, sofri foi discriminação dos meus eleitores por ter aceito colaborar com o seu Governo. Sou advogado de formação, independente políticamente, vivo embalado pelos meus sonhos de lutar por um mundo melhor e as minhas custas. Jatene sabe que sou profissional e ético, por isso incapaz de usar políticamente o passado de seu Chefe da Casa Civil."

Voto Não A Divisão Do Pará

DIGA NÃO A DIVISÃO DO PARÁ - COM ÁUDIO - (OTACIANO)

sábado, 3 de setembro de 2011

Quem ama não separa, vou lhe falar Sou uma só família, de um só lugar Eu sou de um País que se chama Pará


Música de Eduardo Cunha, da PARÁ SEM DIVISÃO: A RESISTÊNCIA, tendo como fundo fotos e vídeos da 1º MARCHA POPULAR CONTRA A DIVISÃO DO PARÁ, ocorrida em Belém dia 21 de Agosto de 2011 Juntos pelo Pará
Quem ama não separa, vou lhe falar
Sou uma só família, de um só lugar
Eu sou de um País que se chama Pará
Eu tomo açaí com camarão
Eu sou o Çairé e Alter do Chão
Eu como um tucunaré no saco em Marabá

Uma estrela de um único amor
No 55 eu vou votar , 55

Não, não deixe o meu Pará na mão
Não deixe a onda te levar
Eu sei que muito se tem que fazer
Mas não vale nada separar

Não, não deixe meu Pará na mão
Não deixe a onda te levar
Eu sei que muito se tem que fazer
Mas juntos vamos caminhar

Vou misturar o country com carimbó
Som do Maestro Isoca e Cupijó
Eu sou de um País que se chama Pará

Vou ver a lua acesa, Maraluar
Na praia da princesa, na preamar
Não se divide o que só se deve somar
Uma estrela única no céu brilhou
No 55 eu vou votar, 55
Não ,não deixe o meu Pará na mão
Não deixe a onda te levar
Eu sei que muito se tem que fazer
Mas não vale nada separar

Não, não deixe meu Pará na mão
Não deixe a onda te levar
Eu sei que muito se tem que fazer
Mas juntos vamos caminhar.

Marcha Popular Contra à Divisão do Pará.

Marcha contra a divisão do Estado do Pará -


1° Marcha popular contra a divisão do Pará, Primeira marcha popular em defesa do Pará Unido, Diga Não à divisão do Pará, Pará Unido, O Pará é do povo paraense, Nós te amamos Pará, o Pará do Norte, O Pará que te quero bem, Belém-Pará-Brasil, Precisamos de toda a força do povo paraense, O Pará Guerreiro...


1°Marcha popular contra a divisão do Pará.avi

1° Marcha popular contra a divisão do Pará, Primeira marcha popular em defesa do Pará Unido, Diga Não à divisão do Pará, Pará Unido, O Pará é do povo paraense, Nós te amamos Pará, o Pará do Norte, O Pará que te quero bem, Belém-Pará-Brasil, Precisamos de toda a força do povo paraense, O Pará Guerreiro...

Inauguração da frente contra a divisão do pará.m4v


Video realizado na Alepa em 16/08/2001, e que registra a inauguração da frente contra a divisão do Pará.


Lucinha Bastos cantando o hino do Nosso Pará na convenção da FRENTE.

Na noite desta quinta-feira (1º de Setembro) aconteceu o inicio da nossa Luta contra a divisão do nosso Estado do Pará convenção, na sede da Associação Comercial do Pará (ACP), onde os líderes de cada frente definiram a estrutura e como será a participação de ambas durante a campanha, que inicia no dia 12 de setembro.
Durante o período legal para a campanha, as frentes irão promover palestras, reuniões, encontros comunitários, shows artísticos, mobilizações públicas para garantir que não falte conhecimento à população na hora da decisão no plebiscito marcado para o dia 11 de dezembro de 2011.

'Apesar da legislação obrigar que haja campanhas separadas entre as frentes contra a divisão, isso não impede o apoio dos membros de ambas as frentes de apoiar as ações uma da outra. Vamos atuar ativamente em favor de todos os trabalhos que sejam contrários a divisão do Pará', explicou o deputado federal Zenaldo Coutinho, presidente da frente contra a criação do Estado do Carajás.

Segundo Zenaldo, o maior trabalho será conquistar a população do Carajás e do Tapajós. 'Estamos aguardando a finalização de estudos do IPEA, IDESP, que serão fundamentais para a discussão racional do município e vamos mostrar que a divisão é ruim para todos. Os três estados ficariam fragilizados e a qualidade de vida das pessoas seria muito ruim, independente de onde ela estivesse', finaliza.

Uma grande mobilização social marcará o lançamento da 'Frente suprapartidária em Defesa do Pará', no dia 14 de setembro, no município de Castanhal, nordeste do Estado.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mesmo com proibição, médicos usam jalecos nas ruas de SP



Profissionais da saúde estão proibidos de usar jalecos e aventais fora do ambiente de trabalho em São Paulo
Foto: Léo Pinheiro/Terra
Um dia após o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionar lei que proíbe o uso de jalecos e aventais por profissionais da saúde fora do ambiente de trabalho, a reportagem doTerra flagrou médicos e estudantes de Medicina vestindo as roupas de proteção em ruas próximas ao Hospital das Clínicas. A lei, de autoria do vereador Wadih Mutran (PP), tem como objetivo evitar a contaminação dos pacientes.
Pela lei publicada ontem no Diário Oficial do Estado de São Paulo, "ficam todos os profissionais de saúde que atuam no âmbito do Estado proibidos de circular fora do ambiente de trabalho vestindo equipamentos de proteção individual com os quais trabalham, tais como jalecos e aventais". Quem desobedecer à lei estará sujeito a multa de dez Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESP) - o que equivale a R$ 174,50. Em caso de reincidência, a multa será dobrada.

Divisão do Pará é inviável

HTTP://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=41080
 Pará - Economista afirma que divisão do Pará é inviável
Câmara aprovou plebiscitos para divisão do estado do Pará

O Economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Rogério Boueri, afirma que caso os estados de Carajás e Tapajós cheguem a ser criados, eles serão economicamente inviáveis e dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas.

Os prefeitos das cidades que passariam a ser capitais, na hipótese de aprovada a divisão, defendem a criação apontando a distância da capital, e consequentemente a ausência do governo estadual, como motivos da divisão.

Na última quinta-feira (5), a Câmara aprovou projetos de realização de plebiscitos para decidir sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós, que seriam desmembrados do Pará. No caso de Carajás, um decreto deve ser promulgado pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), autorizando a realização da consulta. No caso de Tapajós, o plenário da Câmara aprovou o plebiscito, mas ainda falta votação no Senado.

O economista realizou seu estudo considerando os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2008, e concluiu que os estados do Tapajós e de Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal.

O PIB do Pará em 2008, ressaltou o economista, foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. O estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%. “Nessas bases, não tem estado que se sustente”, afirma Boueri.

Os cálculos do pesquisador se baseiam nas médias de gasto com a manutenção da máquina pública por habitante em cada estado. A partir disso, considerando as populações dos novos estados em discussão, ele chegou a uma projeção de quanto cada um deles gastaria.

Para piorar a situação, a estimativa não leva em conta os altos investimentos envolvidos na criação de estados, lembra o pesquisador, como a construção de edifícios públicos e, no caso do interior do Pará, a necessidade de implantar infraestrutura, já que será necessário ampliar aeroportos e rodovias. Para Boueri, Tapajós e Carajás “serão estados de boca aberta, esperando o dinheiro do governo federal”.

Prefeitos e governador

Maria do Carmo, prefeita de Santarém, prevista para ser a capital de Tapajós, diz que a criação do novo estado é uma reivindicação histórica e cultural. "Estamos a mais de 800 quilômetros da capital. Os recursos e os serviços não chegavam", disse. De acordo com a prefeita, "mesmo com o aumento da presença dos governos federal e estadual, permaneceu o espírito separatista".

Maurino Magalhães, prefeito de Marabá, que pode ser a capital de Carajás, disse que vai "batalhar" pela criação da nova unidade da federação. "A maioria da população da região é favorável à divisão", disse Magalhães. "Somos uma região de difícil acesso e com pouca presença do governo estadual. Por isso, vai ser importante a criação de Carajás para o desenvolvimento da nossa região."

Em nota, o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), se disse favorável ao plebiscito, mas afirma que a população "deve ter total clareza do que vai escolher e suas reais consequências".